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Goretti Reis fala do Tecendo a Rede e de suas participações no Café com Política e na CMA na manhã de hoje

27 de novembro de 2017 às 17:16

A deputada estadual Goretti Reis ocupou a tribuna na tarde de hoje, 27, para falar do sucesso do II Seminário Tecendo a Rede que aconteceu nos dias 23 e 24 de novembro no auditório do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). A parlamentar agradeceu o total apoio que recebeu da Assembleia Legislativa. “Agradeço ao presidente dessa Casa por disponibilizar a estrutura necessária para a confecção de todo o material gráfico e do espaço da Escola do Legislativo, onde aconteceram cursos do Seminário. Ao TJ, na pessoa de Drª. Iracy Mangueira e todos os que contribuíram para mais esse evento. É preciso discutir esse tema que trata da violência contra a mulher. Não podemos deixar que esses dados alarmantes dessa violência continuem crescendo. Ressalto aqui a importância da Patrulha Maria da Penha. Queremos contar com a sensibilidade do Governo do Estado e da secretaria da Segurança Pública para que essa política seja implantada o mais rápido possível em nosso Estado”, disse a parlamentar.

Na ocasião Goretti parabenizou a equipe do Café com Política, o qual teve a oportunidade de participar na quinta-feira, 23. “Discutiram um tema de relevância, Segurança Pública. Também participaram os deputados Ana Lucia e Luciano Pimentel e diversas autoridades e segmentos da sociedade. Parabenizo Katia Santana pela iniciativa. É um tema que realmente precisa ser debatido e reavaliado, a nossa Segurança Pública, que tem falhas e precisamos corrigir”, pontuou a parlamentar.

Por fim a deputada falou de sua participação na manhã de hoje, 27, em uma Audiência Pública na Câmara de Municipal de Aracaju (CMA). “Uma iniciativa do vereador Jason Neto, que demonstrou a preocupação daquela Casa com a situação dos Hospitais Filantrópicos. Tema muito importante. Infelizmente, estamos presenciando o caos que a saúde pública vem passando em nosso Estado. O Hospital de Cirurgia permanece fechado. Sei das dificuldades para a retaguarda que se tem de atendimento dos pacientes no Hospital de Urgência, como também das cirurgias eletivas que pessoas ficam meses e anos no aguardo e o quanto se onera o serviço público com os cancelamentos desses procedimentos. Os exames perdem a validade e a perícia também. É um transtorno para todos essa falta de continuidade. Aqui é preciso falar da importância dos hospitais filantrópicos para a rede hospitalar. Com esses serviços interrompidos muitas vidas deixam de ser salvas. É preciso que Estado e Município cheguem a um consenso e acabem com esse caos. Estamos falando de pacientes dos nossos 75 municípios que são atendidos pelo Cirurgia e é preciso uma solução para essa situação”, concluiu Goretti Reis.